"Aqui nesta ilha há tanto mar O mar e mais o mar Ele transborda de tempo em tempo Diz que sim Depois diz que não, Diz que sim e de novo não No azul, na espuma, em galope Ele diz não e novamente não Não fica tranquilo, não consegue parar Meu nome é mar - ele repete Batendo numa pedra, mas sem convencê-la (...)"
e na tentativa de viver a prática da teoria me pego enroscada no próprio laço que desfiz como pode haver esse medo do incerto se já não existem mais certezas? e na esperança de que esteja tudo livre me vejo lutando contra um ser enciumado que habita o peito e se esconde para não ser descoberto. esse mesmo homenzinho que chacoalha a cabeça faz palpitar o coração e gelar a barriga. e na briga constante para não me deixar levar acabo soltando-me na correnteza e tento respirar pela superfície. e nas contradições do que digo e do que sou procuro me manter racional, ainda que sobre coração. T.O.
ei, me perdoa. perdoa minha insegurança meu egoísmo minha confusão perdoa meu receio meu momento que eu nem sei qual é ei, acredite. tem a minha mais sincera admiração meu mais profundo respeito e amor creia que é além e é com você a minha dança que hoje desespero de medo de perder esse teu olhar me espero e mesmo sabendo que não tem esse direito meu coração te pede me espere.
tudo em mim anda a mil tudo assim tudo por um fio tudo feito tudo estivesse no cio tudo pisando macio tudo psiu tudo em minha volta anda às tontas como se as coisas fossem todas afinal de contas P.L.